Parquinho Novo do Coração!!!

Um cartaz no portão anunciava a surpresa do dia!!!


Um presente pra lá de especial!!!!
As famílias aguardavam ansiosas junto com as crianças!

O presente ....Um parquinho novo !!

E a alegria tomou conta....


O sorriso diz tudo!!!


 Explorando cada pedacinho do presente!!!
 Alegria da equipe
O Parabéns pra Professora Keila aniversariante do dia!!!

A fila era grande...Não queriam perder um só segundo da novidade...

O Coração de todos  bateu mais forte!!!

Muito Obrigada a todos que tornaram esse sonho possível:
FAMÍLIA DAS CRIANÇAS, PARCEIROS DA REDE DO BEM E AFASCOM!!


A importância dos "parquinhos"
Inajara Freitas Villar Paiva - Psicóloga

Considerando o fato de que atualmente o simples ato de brincar encontra-se em escassez, no sentido qualitativo e quantitativo, em substituição à nociva televisão, faz-se extremamente importante e necessária a existência de lugares que propiciem tal atividade, tão sadia, que seriam os ditos "parquinhos". Seja nas escolas, nas creches, nos bairros e prédios residenciais, a existência deste espaço é fator contribuinte forte para o desenvolvimento psicomotor e para o crescimento do ser humano.
Além da atividade em si, realizada ao ar livre, exige exposição da criança tanto em dispêndio físico como em interação social. Um "parquinho" só terá o seu real valor com mais de um integrante, para que ocorra a completa dinâmica, que reúne fatores de exercício humano, que vão desde fazer amizades, manter as mesmas, saber ceder, esperar pela vez, se machucar, se levantar depois de cair, chegando ao prazer de sujar as mãos na areia, andar com os pés descalços, sentindo o chão, criando imunidade, pulando e balançando.
Quanto à capacidade interativa, cientificamente, podemos afirmar que as ligações afetivas, os vínculos com outros companheiros se formam a partir dos três e quatro anos de vida, já o "melhor amigo" pode aparecer nesta idade e aí a brincadeira se torna cooperativa.
Como nos portamos num grupo é uma repetição de como brincamos na infância... Logo faz-se necessário citar um autor, Jean Piaget, estudioso do desenvolvimento humano, que postulou a existência de dois aspectos vitais para tal desenvolvimento; os de adaptação e os de organização.
É da natureza do ser humano, diz o autor, organizar suas experiências e adaptá-las ao que foi experimentado. A adaptação, em seu nível mais básico, é um processo de ajustamento ao meio ambiente. A organização da experiência inclui processos como a combinação das informações provenientes dos diferentes sentidos, bem como as tendência a classificar e agrupar em conjuntos e sistemas. Finalmente, há o conceito de esquema. Esta é uma palavra difícil de ser explicada, mas cujos sinônimos mais próximos são estratégia ou estrutura. Os esquemas são padrões organizados de comportamento. Eles podem consistir em ações visíveis, como agarrar uma bola ou olhar para um rosto, ou podem consistir de padrões ou estratégias internas como classificar coisas em conjuntos, somar ou substrair.
É importante compreender que na teoria de Piaget, o esquema não é uma estrutura passiva. Ele envolve uma atividade; é algo que a criança "faz". A ênfase na atividade é crucial. Piaget via a criança, desde o início, como um ser ativo, um "ator".
Os esquemas são modos de agir; e, desse modo, são esses esquemas que se tornam gradativamente sofisticados, na medida em que a criança progride. Enfim, considera-se encorajadora e interessante a combinação das abordagens do comportamento cognitivo-sensorial e psicomotor para que se possa compreender melhor esse fantástico fenômeno comportamental que vem a ser o humano, compreender a importância de uma brincadeira ou de um jogo infantil, respeitar o fato de que tais exercícios necessitam de um local e ambiente apropriado.
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